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A cama de grades

29.10.15

Já não sabe o que fazer à cama de grades do seu bebé? 

Bem, poderá sempre emprestá-la ou dá-la a uma família que precise. Ou pode reutilizá-la. O que não vale é guardá-la na garagem, sem qualquer utilidade.

Haja criatividade!

 

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Imagens: Pinterest

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publicado às 21:50

Obrigada!

27.10.15

 

 

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Quero agradecer à Bebés & Mimos pelo miminho delicioso que ofereceram à Maria Victória. Adorei cada detalhe. Obrigada!

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publicado às 10:54

Esta semana, foi dia de fazer mais uma celebração hindu.

A minha irmã de coração indiana disse que na quinta-feira era um dia muito auspicioso para começar a escola, um curso, escrever, aprender uma coisa nova. Para isso, pediu-me que colocasse um caderno, papel ou livros e uns lápis ou canetas perto de uma imagem de Ganesh que ela me deu. Como não tive tempo para preparar nada de especial, só consegui arranjar umas folhas brancas e um marcador. Ficaram lá o dia todo de quarta-feira. Na quinta-feira, dei as folhas e o marcador à Maria Victória e deixei-a dar asas à imaginação.

Na cultura indiana, neste dia costuma fazer-se uma puja à Deusa e rezar para sejam bem sucedidos. Também se costuma inscrever as crianças em aulas ou escolas neste dia. Crê-se que a primeira escola de uma criança é o seu Lar e a primeira professora é a sua Mãe. Não podia estar mais de acordo!

Podem ver a minha celebração cá em Portugal e a puja feita na Índia. 

 

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publicado às 12:20

Halloween 2015

20.10.15

Adorei estas sugestões de roupinhas para os nossos amorzinhos para o Halloween.

 

Zara

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 Zippy

 

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publicado às 13:14

18 meses

19.10.15

18 meses. Princesa doente. Mãe aflita. 

Já se começa a tornar um hábito eu não conseguir escrever sobre a minha filha no dia em que quero. Desta vez, está doentinha. Não é nada de grave e agradeço a Deus por isso. E, neste dias, quero muito estar ao seu lado, para que sinta que que o fundamental não lhe falta: amor, conforto, segurança, ninho.

Este fim-de-semana, o pai organizou uma feijoada para um grupo alargado de amigos. Não conseguimos juntar-nos à festa da forma que queríamos, lá fomos fazendo umas visitas relâmpago. Desde sexta-feira que a Maria Victória está com tosse e nariz muito congestionado. Não dorme, tem muita dificuldade em respirar, não bebe com a vontade que sempre a caracteriza e, claro, não come. Só quer colinho, mesmo de madrugada. E eu dou. Sinto-me muito em baixo, também um pouco doente, sem descanso e gostava de estar melhor para ela. 

Faz lembrar-me outra altura, quando fez um mês. Foi quando ficou doente pela primeira vez e foi verdadeiramente assustador. Tão pequenina e nós tão inexperientes... 

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Por muita experiência que se tenha na maternidade, é impossível não sentir o coração apertado, mesmo quando só se trata de um nariz entupido. Não creio que agora seja só isso, mas espero que desapareça tão depressa quanto apareceu. 

Apesar de muito doentinha e cansada, a Maria Victória ainda conseguia aproveitar alguns momentos para brincar e até já tinha trocado os sapatos. 

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publicado às 18:54

Conheci a Rita em Julho de 2014. Na altura, eu estava a promover um passatempo juntamente com uma clínica e o prémio era um teste de determinação do sexo do bebé. A Rita candidatou-se, como muitas outras, e foi a sorteada. Foi aí que se começou a desenrolar uma história linda, que eu já tive oportunidade de partilhar convosco. A Rita contou-me, então, que não estava grávida, mas que ansiava pelo seu teste positivo há 2 anos. Estava a fazer um tratamento de fertilidade e a vontade que tudo corresse bem era enorme. Ter ganho este prémio entre mulheres que estavam efectivamente grávidas tornou-se num óptimo presságio e, agora, eu era mais uma a torcer pelo teste positivo. Pedi-lhe que me mantivesse a par dos desenvolvimentos.

Um mês e tal mais tarde, recebi a tão esperada novidade da Rita. O teste era finalmente positivo. Foram 2 anos de um caminho tortuoso, dezenas de testes negativos, muitos exames, nem sempre agradáveis e com resultados muitas vezes desanimadores. O facto da Rita e o marido, João, estarem a ser acompanhados numa clínica da especialidade deu-lhes ânimo, o teste que ganharam no meu blogue deu um empurrãozinho e a grande vontade de serem pais fez o resto. Os ingredientes estavam misturados e o universo encarregou-se de colocar tudo no devido sítio.

Após o tratamento de fertilidade, tinham que esperar 14, 15 dias para fazer um teste e ver se realmente tinha resultado. Mas, como calhava a um fim-de-semana, ainda tiveram que aguardar um pouco mais. Uma espera angustiante para quem já tinha esperado tanto. A Rita tentou manter-se calma e jurou a si mesma não se desgastar com testes antes do beta-hcg e fez o marido prometer que também não a deixava fazer. Havia sintomas estranhos, típicos de gravidez, mas a Rita, provavelmente não se querendo iludir demasiado, achava que podiam ser restos das imensas injecções que tomou: um bolo que sabia a peixe, as dorzinhas de barriga e o sono que a fazia bocejar mais de 30 vezes (sim, chegou mesmo a contar!).

No dia da análise, apresentaram-se na clínica às 10:30. Mantiveram-se tranquilos, como sempre procuraram estar longo deste processo todo. O resultado só estaria pronto no final do dia. Foram para casa, mas a Rita contava que o período aparecesse entretanto. Tinha aquelas moinhas… Depois do almoço, o telefone da Rita toca e, aí sim, o seu estômago deu duas voltas. Do outro lado era o Dr. Sérgio e perguntou-lhe se estava bem-disposta. “Sim, claro que estou bem-disposta!” “Ah, então ainda tem mais um motivo para estar! Deu positivo! 564! Está gravidíssima!” Explicou-lhe os passos seguintes e combinaram a primeira ecografia. A Rita olhou para o João, que tinha vindo a correr para ouvir a chamada, e abraçaram-se. Sem sequer falarem, perceberam que toda a frustração, dor e angústia tinham passado naquele momento. Choraram juntos e finalmente foram capazes de verbalizar um “Conseguimos!”, olhando-se nos olhos. O irmão do João, que também estava em casa, juntou-se a eles e deram juntos um abraço muito emocionado.

Entretanto, era hora de assimilar tudo o que estava a acontecer, fizeram muitas festinhas na barriga e partilharam a boa nova com os pais, que também aguardavam pela boa nova.

O teste de determinação de sexo fetal revelou que o feijãozinho na barriga da Rita era um menino. Em Março de 2015, o Tiago nasceu e tornou a vida da Rita e do João incomensuravelmente mais feliz.

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publicado às 12:28

...

12.10.15

Nos últimos dias, as coisas estão a melhorar bastante por estes lados. 

Para começar, a Maria Victória tem adormecido por volta das 20:30-21:00. Este horário é absolutamente surpreendente porque ela mantinha-se acordada até muito tarde. Começava a mostrar sinais de sono, preparava-a para dormir, bebia meio biberão e, de repente, começava a rir e a brincar. E isto acontecia várias vezes na mesma noite. Enfim... Então, agora tenho que dar o banho antes do jantar, come às 19:30, brinca um bocadinho e começa logo a ficar toda grogue com sono. Não fosse ela ainda acordar várias vezes durante a noite e era tudo perfeito.

Por volta das 2 da manhã, já sei como é - começa a chorar, faço-lhe umas festinhas, dou uns miminhos a ver se passa e nada! Pego nela ao colo porque sou terminantemente contra deixar bebés a chorar para os treinar. Então, dou umas voltinhas com ela ao colo. Por vezes, consigo acalmá-la assim, mas uns 20 minutos depois recomeça a chorar. E não pára até que lhe dê água. Tem mesmo sede. Antes achava que tinha fome e dava-lhe leite. Agora dou-lhe água porque não pode beber leite indiscriminadamente. Também tento controlar a água porque as fraldas não aguentam. Acontece imensas vezes ter de mudar a roupa toda porque fica tudo molhado e acho que acorda outras vezes pelo desconforto da fralda. E é isto que não pode acontecer. É um ciclo vicioso. E tenho que tentar eliminar o primeiro problema, que é ela ter sede. Ou ter o vício do biberão. Sinceramente, não sei o que fazer.

O melhor de tudo é que hoje consegui dar-lhe banho sem lágrimas. Meti-me na banheira, juntamente com a bonecada toda. O que a distraiu mais foi um livro insuflável com os animais que ela conhece que a tia da Índia lhe mandou. Convidei-a a entrar e ela sentou-se. Mostrei-lhe o livro, ela foi dizendo mémé, piu-piu, mu... Depois, pedi-lhe que chapinhasse. Ela começou a molhar tudo e foi a festa total! O pai, que estava ao lado, ficou molhado, mas valeu a pena. Lavei-lhe a cabeça e não reclamou. Esteve sempre bem-disposta e estou muito aliviada. Eu já tinha medo de lhe dar banho devido à ansiedade que lhe causava. Portanto, o segredo é a mãe e brinquedos na banheira, muita brincadeira e já está.

Espero que o soninho melhore esta noite. 

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publicado às 22:18

Até por volta dos 12 meses, a Maria Victória foi um bebé extremamente fácil. Raramente chorava, estava sempre feliz e bem-disposta e era extremamente sociável. Agora, aos 17 meses, continua assim, mas chora. E chora, sobretudo, quando me afasto dela.

Eu já tinha lido que esta coisa da angústia da separação surge nos bebés entre os 7 e os 9 meses. Essa fase passou e eu fiquei muito descansada. Achava que já me tinha livrado de mais uma dificuldade. Dava-se bem com toda a gente, estranhos ou familiares, ia ao colo das pessoas, e passava muito tempo com os avós, sem reclamar. Ou seja, não havia qualquer angústia na minha ausência. Mas, pelos vistos, é normal isto acontecer em qualquer altura até aos 18 meses. 

Quando, em Agosto, passei o mês inteiro, o dia inteiro, com ela, tudo mudou. Andava à minha procura pela casa, chamava por mim, evitava o colo de gente que não conhecia. Quando regressámos a Vila Real e voltou à sua rotina de passar o dia na casa dos avós, já nada era o mesmo. Não queria ir, chorava, não queria sair do meu colo. Mesmo em casa, chora se saio da divisão onde estamos. E agarra-se ao meu pescoço a chorar. Sempre acordou uma ou duas vezes por noite, mas rapidamente regressava ao sono. Agora, chora copiosamente. E quer estar no colo, mas quer que eu esteja de pé. Se me sento na cama ou na cadeira de baloiço com ela ao colo, chora e não pára. Este espectáculo 2 vezes por noite tem sido terrível. 

 

Como é que eu sei que a minha filha está a passar pela fase da angústia da separação?

 

Essencialmente, porque ela cumpre todos estes requisitos:

- Não quer sair do meu colo: grita, chora ou reclama sempre que saio do seu campo de visão ou me afasto. 

- Rejeita pessoas estranhas. Quanto mais se aproximam, tentando tocar-lhe ou dar-lhe um beijo, pior é. Fica com medo e chora.

- Não se sente bem em ambientes que não se são familiares. O caso mais flagrante é a creche. 

- Tem dificuldade em adormecer e acorda com frequência durante a noite. Só acalma no meu colo.

- Medo do banho, da água... este é o mais recente sintoma.

 

Por que acontece?

A boa notícia é que acontece porque o desenvolvimento psíquico da criança está a decorrer de forma correcta. O bebé toma consciência de que é distinto da mãe e sofre com a separação. Como não tem a percepção de que vai voltar, acha que é a ausência da mãe é para sempre. Se não vê, não existe. Como não tem noção de tempo, 1 minuto só para a mãe ir à casa de banho pode parecer-lhe uma eternidade. Agora, sim, já compreendo o sentimento de abandono e por que chora mesmo quando me ouve. Deve ser mesmo terrível achar que a mamã não vai voltar.

Desta forma, o bebé também aprende a distinguir quem lhe é familiar de quem não é. Também não é menos comum, o bebé afastar pessoas que lhe são familiares e focar a sua atenção apenas na mãe. É importante que estas pessoas que gostam tando do bebé não se sintam mal por serem afastadas. Sobretudo, esta também não é uma fase pela qual todos os bebés tenham que passar desta forma tão angustiante.

 

O que se pode fazer para ajudar o bebé?

As angústias e medos fazem parte da vida e não devemos evitá-los e, sim, aceitá-los e superá-los. Por isso, a missão é enfrentar esta fase com coragem. Muita força, porque eu estou quase a perder a minha.

 

- Não deixar o bebé chorar sem lhe prestar atenção. Tranquilize-o. Dê-lhe colo. Eu faço sempre isso. Até estava com receio de estar a pecar por excesso. Fico feliz por poder continuar a confortar a minha menina.

- Não deixar o bebé sozinho por muito tempo ou num quarto escuro para que ele vença o medo do abandono. Credo! Até me dá arrepios de saber que há pais que fazem isto. Nunca seria capaz de fazer isto.

- Se chorar duranto o sono, não se deve tirar o bebé da cama, ou estaremos a alimentar um transtorno do sono. Neste caso, deve-se tranquilizar o bebé, falar com ele e tocar-lhe para que regresse ao sono. Aqui estou claramente a fazer a coisa errada. Pego na minha filhota ao colo sempre que ela acorda. Este é um exercício para pôr em prática já esta noite.

- Permitir que o bebé acompanhe a mãe. Sempre que é possível, levo a minha filha comigo. Adoro que me acompanhe.

- Brincar às escondidas. Além de divertir o bebé, vai ajudá-lo a perceber que as coisas e as pessoas não desaparecem ainda que não estejam no seu campo de visão. O mais engraçado é que sempre brincámos com ela às escondidas desde bebé pequenina. Esta brincadeira sozinha, pelos vistos, não evitou a angústica da minha filhota.

- É boa ideia explicar às pessoas que o bebé está a passar por uma fase de angústia e que não levem a mal algum comportamento que não era habitual. Essas pessoas devem aproximar-se lentamente, brincando, falando, mantendo-se perto da mãe. Nunca coloque o bebé no colo de um desconhecido contra a sua vontade. Eu tento explicar, até porque às vezes é um bocado constrangedor. Sempre falei as melhores coisas do comportamento da minha menina que é difícil entender algumas reacções.

- Exponha o bebé a outras pessoas, sempre no seu colo. Isso não é problema. Faço questão que ela conheça muita gente. Se estiver comigo, no meu colo, reage bem às pessoas. Se querem tocar-lhe, então a coisa é diferente.

- Se o bebé chora muito quando a mãe tem que sair para trabalhar, é importante que esse tempo de afastamento seja o mais curto possível, até que ele perceba que a mãe vai regressar. Férias ou viagens de trabalho são de evitar. Isso não é problema. Não me afasto da minha filha mais do que as horas necessárias para trabalhar.

- Se esta fase se prolongar apesar de todos os esforços, é bom que se contacte um pediatra. Também pode ser que o bebé sinta falta de carinho ou atenção por parte de quem o cuida quando não está com a mãe. Isto não se aplica a nós. Falta de afecto é coisa que não existe.

- Caso tenha plena confiança na pessoa que cuida do seu filho, tente telefonar para lá 10 minutos depois de o ter deixado. Provavelmente, a angústia já passou. Isto confirma-se. Sai de casa num pranto e minutos mais tarde já está entretida com a sua vida. Fico muito mais aliviada.

- Muitos bebés, em especial os mais velhos, começam a apegar-se a um objecto de transição, uma manta ou brinquedo, que os ajuda a superar esta angústia. Não notei nenhum objecto com predilecção especial. Gosta de todos os brinquedos, mas rapidamente perde o interesse e passa para outro.

- Despedir-se sempre do seu bebé, diga-lhe que a mãe vai, mas volta. Não desapareça de repente. Desde que comecei a fazer isto que as coisas têm sido mais fáceis. Sempre que a distraem para eu ir embora ou ma levam é pior. Faço questão de lhe dar um beijinho, dizer-lhe que gosto muito dela e digo adeus. Espero que me acene de volta e acho que começa a compreender.

- Nesta fase, não se devem alterar rotinas. Ou seja, não é o momento ideal de ir para a creche. Oops!! Foi exactamente o que fizemos. E, de facto, não está a correr muito bem. Estou um bocado perdida e é um work in progress.

 

Espero que este texto tenha ajudado mães cujos filhotes estão a passar por esta fase. A mim, que fiz a pesquisa, ajudou imenso. Caso tenham outras sugestões, por favor, deixem nos comentários.

 

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publicado às 22:51


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