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Fiquei a conhecer uma alternativa ao Bebegel que é mais natural e menos agressiva, o Melilax. Ainda não tive oportunidade de testar na minha bebé porque, felizmente, não tem precisado. A farmacêutica que vendeu este laxante à minha mãe também tem um bebé de 11 meses e é o que lhe aplica, quando necessário. Pelos vistos, a grande vantagem em relação ao Bebegel é que não irrita o ânus, nem provoca ardor. Desconhecia que o Bebegel provocasse isso. Pelo menos, a minha princesa nunca mostrou desconforto, nem nunca vi qualquer irritação. Como é à base de mel e é mais natural, interessa-me sempre. Também demora um pouco mais a actuar, o que me parece razoável. Estou curiosa em relação à cânula de aplicação, visto que tem mais uso do que propriamente o seu conteúdo.

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publicado às 01:53

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Hoje tivemos de ir ao hospital. Só fomos porque foi indicação da Saúde 24. A pequena já não dormia há 2 noites, tem o nariz muito congestionado, tosse, irritabilidade, falta de apetite e febre baixa. Como estamos a passar o fim‑de‑semana em Chaves, tentei arranjar uma consulta de urgência com qualquer pediatra. Ligámos para todas as clínicas e consultórios e nada. Liguei para a Saúde 24 para ter a certeza de que não estava a ser paranóica. A minha filhota tem passado as noites a chorar, com o nariz entupido. Claro que há sempre a possibilidade de não ser o nariz e a imaginação começa a fervilhar. Na Saúde 24 deram sugeriram que a Maria Victória fosse vista por um pediatra. Enviaram um fax para o Hospital de Chaves e lá fomos nós. Deparei-me com um espaço renovado e muito agradável. As paredes estão pintadas por um artista plástico local e pelo seu filhote e dão um ar muito acolhedor à sala de espera. Acho que tivemos sorte e apanhámos um dia relativamente calmo. Fomos logo para a triagem e recebemos a pulseira verde. Só achei que o tempo de espera entre consultas era exagerado. Depois percebi que podia ser porque a médica pediatra estava acompanhada de 2 internas e podiam ter de fazer pausas para avaliação ou instrução. De qualquer forma, o atendimento foi excelente. Gostei imenso da forma como as 3 médicas trataram a minha menina, com atenção, carinho e até brincaram com ela. Durante a consulta, ouviu-se um bebé a chorar na sala de espera. Perguntaram-me logo se havia algum bebé pequeno lá fora e foram ver quem era e o que seria. Gostei muito desse cuidado. Depois da observação, vimos que não havia nada de grave. Ouvidos, pulmões e garganta estavam bem. Era apenas o nariz entupido e a febre que se mantinha nos 38,2º. Viemos para casa com Ben-u-ron para a febre, soro ou água do mar para limpar o nariz e Neo-Sinefrina, que já estava a tomar, e também Fenistil gotas. Deposito grandes esperanças no Fenistil. Espero que ajude a minha menina a melhorar. Não suporto vê-la a chorar com dificuldades a respirar. Sei que não é grave, mas é muito aflitivo. Gostei muito destas Urgências Pediátricas. Comparativamente com as do Hospital de Vila Real, que são as outras que tive a infelicidade de visitar, são mais agradáveis para as crianças. Podiam era arranjar uma forma de proporcionar uma entrada independente para que as nossas crianças não tenham que passar pela urgência dos adultos. Por outro lado, a Urgência Pediátrica de Vila Real tem essa separação, mas ninguém diria que aquela sala de espera é para crianças. Já que as crianças estão doentes, ao menos que lhes proporcionem um espaço mais agradável à vista.

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publicado às 00:31

1º aniversário

23.04.15

Finalmente, chegaram-me algumas fotos. A seu tempo partilharei mais.

Esta mesinha foi preparada e decorada por mim. Os orçamentos que pedi a empresas organizadoras de eventos pareceram-me demasiado elevados, então, resolvi arregaçar as mangas e tratar eu mesma disso.

Comprei os dispensadores de bebidas e arranjei as garrafinhas. Depois, arranjei vários tipos de fitinhas, copos e fitinhas. Tudo dentro das cores rosa e menta. Tinha uma bandeirola e uns pompons (que não se vêem aqui).

Os bolinhos foram criteriosamente escolhidos por mim e quase que bastavam para decorar a mesa.

 

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Espaço: Quinta Madureira

Fotografias: FotoStudio NunoPinto

Letras em madeira: Lianês

Bolo branco e rosa, cake pops, cupcakes e bolachas: Pity's Candies

Animação: Vit'Anima

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publicado às 12:09

As sobras

21.04.15
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Enquanto as fotos da festa não chegam, fiquemos com as fotos das sobras...

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publicado às 16:41

Meti-me na maior aventura da minha vida. Não estou nada arrependida. Pensava que seria mais fácil; sabia que ia ser bom, mas é melhor ainda. Nem sei bem quando é que me tornei mãe. O dia em que descobri que estava grávida foi importante, senti-me imediatamente responsável por aquele bebé que o teste de gravidez me dizia que eu tinha na barriga. Havia opções mais saudáveis a fazer. Mas não foi aí. Acho que me senti a mãe do meu bebé quando ela comunicou comigo pela primeira vez. Fez-me uma festinha na barriga e, a partir desse momento, ela era a minha filha. Foi às 18 semanas de gravidez. Nunca gostei muito de estar grávida, mas adorava carregar a minha filha na barriga. Lembro-me de dizer, a determinada altura, que queria muito puxar a barriga até ao peito para poder abraçar a minha menina melhor. Esse dia chegou. Foi há quase um ano... Passamos tantos dias a querer segurar nos braços o nosso amado bebé e, eis que ele chega, e não sabemos o que fazer com ele. Eu sentia medo, um respeito por aquele ser que foi intimado a nascer. A minha principal preocupação era não a perturbar. Queria causar o mínimo incómodo possível. Se no início o colinho era para a princesa, logo logo percebi que era paliativo para mãe e filha. Sou 100% a favor do colo. Gosto e preciso desse contacto físico com a minha menina. Ela esteve 8 meses num ninho protector, ouvia a minha voz, sentia o meu coração a bater, conhecia os meus movimentos. Só acho natural prolongar esse ninho e tentar reproduzi-lo o mais tempo possível. Estou com a minha filha ao colo sempre que podemos. Ela agora está mais interessada em percorrer o chão da casa e andar agarrada a tudo, mas se a apanho com soninho vem logo para o colinho. Devo ter passado longas horas a carregar a minha filhota. 1 mês e meio depois dela nascer, recomecei o trabalho. Quantas chamadas de Skype eu fiz com ela ao colo! Quantas vezes lhe dei de mamar enquanto falava para o outro lado do mundo! Quantas horas passei eu a trabalhar só com uma mão... No outro braço estava o meu amor. Só assim fazia sentido para mim. Resultado: tenho dores fortíssimas nas costas e nos pulsos. Mas vale a pena porque precisamos de estar juntas. Enquanto tive o berço Next to me, da Chicco, ela estava mesmo ao meu lado na cama e era um prolongamento da minha cama. Estávamos coladinhas. Agora, está na cama de grades, mas continua ao meu lado. Contra a opinião da pediatra, mantive-a no meu quarto e só passará para o seu quando eu achar que é altura. Ainda não acho. De vez em quando (quase todos os dias), vem para a nossa cama e adora. Dormir com a minha pequenina não me causa qualquer problema. Ela gosta, eu gosto, o pai reclama, mas também gosta. Estamos juntos e ela está feliz, e isso é que me importa. Chuvas e chuvas de beijos. Estou constantemente a beijar a minha filhota. E ela já reclama. Já percebeu que é completamente exagerado. Não quero saber. Quem manda sou eu, e ela tem é que aguentar com os milhares de beijos que lhe dou. Sou daquelas mães que deixam tudo para traz para cuidarem dos filhos. Quando digo tudo, é tudo mesmo. Deixo o banho, o trabalho, os amigos, a minha alimentação. Nem me lembro. Não há qualquer sacrifício associado na hora. Claro que mais tarde, quando me apercebo do que faço, sinto no corpo a falta de disciplina que tenho. Adorava ser daquele tipo de mães que andam todas impecáveis, bem arranjadas, que seguem uma alimentação cuidada, têm tempo para si, para os amigos e para o bebé (?), que têm a casa arrumada e o bebé perfeito. Eu não consigo! Por aqui, reina o caos. Eu não como, não durmo, não saio de casa, não me arranjo. Há brinquedos espalhados por todo o lado, roupa que não foi arrumada, tenho restos de comida na roupa... Mas a princesa está sempre bem, bem alimentada, confortável, feliz, sempre em primeiro lugar. Tudo por ela! Estou a tentar melhorar a minha organização pessoal, mas não prometo nada. Este ano tem sido um carrossel de emoções, de falta de descanso.... Não o trocava por nada deste mundo, mas admito que podia ter tido este ano há mais tempo.

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publicado às 01:54

...

10.04.15

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Quem não se revê nesta imagem?

O comentário que me deitou mais abaixo veio cerca de 3 semanas depois de ter sido mãe. O meu marido insistiu imenso comigo para ir a um jantar de amigos (havia amigos que tinham vindo do estrangeiro). Eu debati-me, recusei, mas, por fim, aceitei e lá fui ao jantar. A minha filha ficou com os meus sogros, com o leitinho que eu tinha extraído com a bomba e mantivemo-nos sempre em contacto. Chega um casal se super-pais e lançam o comentário "Já consegues deixar a tua filha sozinha?" Fiquei logo furiosa comigo, por estar ali e não estar com a minha filha, zanguei-me com o meu marido por que ter convencido a estar ali. Aqueles pais são certamente melhores do que eu porque não deixaram a filha de 3 semanas com os pais. Será que são? Hoje sei que não.

Todas sabemos como as mulheres (e homens, já agora) podem ser crueis umas com as outras. Somo alvos de crítica, mas isso não nos impete de ir espetando umas alfinetadas, também. Acho que nos está no sangue. Falar mal dos braços gordos da outra, faz-nos sentir um pouco melhor com os nossos dentes feios.

No mundo da maternidade, as coisas não são melhores. Falar mal de uma mãe, torna-nos melhores mães. Falar mal dos filhos dos outros, eleva os nossos. Já pude perceber que as mães são autênticas feras e não se coibem de massacrar as outras que não seguem os mesmos preceitos. Basta ler os comentários que se fazem quando alguma mãe faz uma pergunta no facebook. De repende, ficamos todas especialistas no assunto, os nossos filhos são os maiores e as outras mães são umas falhadas. Mas, neste caso, houve uma mãe que pediu opiniões.

O mais insólito acontece quando não perguntamos nada a ninguém, estamos na nossa vidinha com o nosso filhote, e chegam as super-mães, sempre cheias de razão e de certezas. "Ah... o meu filho come muito bem. O teu não?", "O meu filho nunca fica doente. O teu está com uma cara esquisita...", "Dormes com o teu bebé? Isso é muito mau.", blá, blá, blá...

Tenho a certeza de que qualquer mãe, por mais segura e experiente que seja, já teve dúvidas, medos e ansiedades relacionadas com os seus filhos. Assusta-me que sejamos tão seguras quando são os filhos dos outros. Sobretudo, o que me assusta ainda mais, é a facilidade com que menosprezamos as outras mães. Não bastam as nossas inseguranças, e ainda vêm mais pessoas a fazerem-nos sentir menores, más mães. Acho que podemos ter conversas sobre filhos e maternidade sem nos magoarmos. Podemos partilhar experiências, usar algumas sugestões, ou não, aprender com os erros dos outros, ou esperar para errarmos com os nossos próprios erros.

Eu tento ter sempre cuidado com mães mais recentes do que eu. Imagino o quão assustadas não devem andar e não vale a pena deixá-las mais ansiosas com alguma asneira que possam estar a fazer. Vamos tentar ser todas mais solidárias e mais amiguinhas umas das outras. Quem fica a ganhar são os bebés. :)

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publicado às 18:13

 

Só precisam de um guardanapo de papel.

 

 

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publicado às 23:04

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Acho que é bem visível a influência que o Hinduísmo tem na minha vida. Apesar de eu ter sido sempre uma curiosa das outras religiões (sou católica), o Hinduísmo foi-me trazido pela minha grande amiga, irmã de coração, indiana. Indiana daquelas que vive mesmo na Índia. Há uns dias alertou-me que se aproximava o aniversário da estrela da Maria Victória. O Hinduísmo tem o seu próprio calendário e para o que se faz aqui é ver a que dia corresponde à posição da estrela no dia e hora de nascimento. O aniversário Hindu da minha menina é hoje, dia 8 de Abril. Pelo que a Krupa me disse, é auspicioso vestir-lhe uma roupinha nova. Como não podia deixar de ser, a tia de coração da minha menina quis assinalar a efeméride com uma puja, uma celebração muito especial. Esta puja foi realizada às 5 da manhã no templo. Foi feita no mesmo dia da estrela no ano passado, no dia em que a Maria Victória nasceu. Foi mais especial ainda porque, pela primeira vez, a Krupa teve a oportunidade de oferecer leite com as suas próprias mãos. Foi confeccionado um prato doce especial, oferecido no tempo e distribuído por todos. Pelos vistos, é auspicioso usar uma roupinha nova neste dia.

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publicado às 23:24

Páscoa 2015

05.04.15
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Quase que se podia dizer que esta é a primeira Páscoa da Maria Victória, mas não é. A princesa nasceu na quinta-feira santa à noite e no sábado já estávamos em casa. A minha mãe fez questão de passar a manhã toda a cozinhar e trouxe-me a Páscoa de Quintela para Vila Real. Este ano já cá estamos. O pai da Maria Victória teve um jantar de amigos da escola primária e nós viemos mais cedo. Amanhã juntar-se-á a nós. Já estivemos com as vizinhas, brincámos muito com o Bóris e com a minha mãe e estamos quase, quase a dormir. Não tem preço estar na minha casa de sempre com a minha menina. Já faltam algumas pessoas, mas a recordação perdura.

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publicado às 00:49

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Quando um bebé tenta dar os primeiros passos isso é motivo de celebração na Índia.

Associa-se esta fase tão importante na vida da criança a Lord Krishna. Faz-se uma pasta de farinha de arroz, passa-se nos pés do bebé e depois é deixá-lo passear-se pela casa, deixando pegadas pequeninas por todo o lado. Também se entoam cânticos pedindo que Krishna venha até nós, caminhando.

http://youtu.be/KqbzIUriB6M

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publicado às 23:59

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