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5 meses de AMOR

18.09.14

Ontem, não tive tempo para vir aqui eternizar esta efeméride. Hoje continuo sem tempo, mas já não quero adiar dizer umas palavrinhas sobre esta maravilha que é minha filha.

 

Comecámos o dia bem cedo. Tive uma chamada de conferência às 8:30 e tive que a preparar antes disso para que pudesse estar a dormir novamente a essa hora. Por acaso, correu tudo muito bem. Acordou sozinha às 7:30, mudei-lhe a fraldinha, tomou o leitinho e 5 minutos antes da chamada já estava a dormir no meu colo. Passei-a rapidamente para o berço ao meu lado e dormiu quase a chamada toda. No finalzinho, acordou mas manteve-se em silêncio.

 

Depois, fez os exercícios vocais a que já nos habituou. Descobriu que sabe gritar e passa sempre uma horinha de manhã nesta actividade. Já disse que, qualquer dia, os vizinhos vêm bater-me à porta. E se não vierem deviam vir. Estes gritos são qualquer coisa de muito creepy.

 

Quando mamou novamente à hora de almoço presenteou-me com um belo cocózinho na fralda, nas costas, na roupa que ia usar para sair e na toalha. Foi uma fartura. Toca a dar banhinho, vestir roupa nova e sair à pressa para a consulta com a pediatra. 

 

Eu pedi esta consulta para falar sobre a diversidade alimentar, mas prefiro escrever sobre isso num post apenas dedicado a isso. Portou-se muito bem e riu-se para toda a gente. Está com 6,9 kg e 63,5 cm.

 

Não há palavras que cheguem para descrever estes 5 meses. Eu já imaginava que pudesse ser assim, mas é ainda melhor. E depois é tão fácil gostar desta menina... Penso muitas vezes na sorte que eu tenho em ser eu a mãe dela. <3

 

Aqui fica o nosso dia em fotos e um vídeo.

 

 

 

 

 

 

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publicado às 14:01

Fio a Pavio

15.09.14

No dia do meu aniversário, a Sara da Fio a Pavio enviou-me uma mensagem amorosa e ainda me presenteou com 30% de desconto na compra de qualquer artigo. Aí começou o problema. A oferta é enorme, as possibilidades de cores são inúmeras, mas lá me decidi. Escolhi este.

 

 

Acho que é um colar bastante versátil. A cor fica excelente para estes últimos dias de sol, mas acho que vai ficar muito bem com os tons terra, de Inverno. Já para não falar que é um colar que define todo o look. Não é preciso muito mais do que uma camisola básica por baixo.

 

Gostaram? Quase de certeza que já conhecem a marca, mas convido-vos a conhecerem também a Sara no seu blog. Ela não sabe, mas nós temos imeso em comum.

 

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publicado às 15:29

Loja Hukks

12.09.14

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Hoje visitei a loja Hukks, no centro histórico de Vila Real. É uma loja pequenina e adorável e está cheia de roupa e acessórios lindos para os nossos pequenos.

 

Não tenho muito hábito de ir até ao centro porque é difícil estacionar e andar com um carrinho de bebé por ruas de paralelos e de passeios estreitos não é fácil. A boa notícia é que esta loja responde a mensagens muito prontamente e faz envios pelo correio para todo o país.

 

Infelizmente, não tive muito tempo para explorar a loja. O marido não conseguia estacionar o carro e mandava-me mensagens a cada minuto, pressionando-me para sair.

 

Vejam algumas peças que consegui fotografar. E visitem a página da Hukks no facebook. Os sapatinhos vieram comigo para casa. :)

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publicado às 18:42

O dia em fotos

11.09.14
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publicado às 01:57

Passatempo Novo

09.09.14

Temos novo passatempo no Facebook!!


Em parceria com a Babalogias e com o Sonhodapatty, estamos a sortear:
- 1 par de botinhas
- 1 porta-documentos personalizado

Nas imagens podem ver as botinhas em sorteio e um exemplo de porta-documentos.

Para participarem só têm de seguir estes passos:
- Like na página Babalogias
- Like na página Sonhodapatty
- Like na página Teste Positivo
- Partilhar este post publicamente
- Comentar esta foto, identificando 2 pessoas

Podem participar as vezes que quiserem, desde que identifiquem pessoas diferentes.

O sorteio termina no dia 15 de Setembro, às 23:59.

O vencedor será apurado através de random.org

Boa sorte a todos!

 

 

 

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publicado às 13:25

Há um ano atrás, tentava gerir da melhor forma possível a notícia de que ia ser mãe. Foi complicado. Foi um susto enorme, muito embora fosse uma gravidez planeada. Acho que nunca estamos verdadeiramente preparados.

 

Durante toda a minha gravidez, o meu blogue e respectiva página no facebook foram completamente anónimos. Isso permitiu-me falar abertamente sobre (quase) todos os assuntos. Eu precisava disso. A maior parte das pessoas que nos rodeia não gosta que nos queixemos, não está para nos ouvir. Já têm os seus problemas e não querem (legitimamente) viver os das outras pessoas. E eu tinha imensa coisa para falar, para desabafar e esta foi, sem dúvida, a melhor forma. Eu escrevia, mesmo que ninguém lesse. E escrevia sobre futilidades, sobre como não gostava de estar grávida, sobre as minhas dores, sobre as alegrias... E o mais engraçado é que começou a haver alguém a ler. Uma pessoa, depois outra e mais outra. Como o que eu escrevia saía de dentro do meu coração, sem filtros, logo havia pessoas a identificar-se também. E daí surgia uma conversa e começávamos a trocar experiências. O blogue, que foi criado para me ajudar apenas a mim, logo passou a ajudar outras mulheres. Foi uma excelente forma de percebermos que não estamos sozinhas numa das fases mais importantes da nossa vida.

 

A criação da página do facebook facilitou a comunicação e interacção com outras pessoas. Todos os dias recebo mensagens de outras mulheres, mães ou não. Não sei porquê, mas muitas pensam que sou alguma especialista e fazem-me todo o tipo de perguntas. Pois, não sou especialista, só estive grávida uma vez e de apenas 8 meses, logo não tenho experiência quase nenhuma. Tenho a minha vivência e só sobre essa posso falar. As perguntas que faço, sobretudo no facebook, são para recolher mais informação para muitas mães que pedem ajuda. E só posso agradecer a prontidão com que todas colaboram. Não posso deixar de reparar, também, que muitas mamãs não hesitam em criticar as outras. Não nos podemos esquecer que já todas falhámos e, certamente, iremos falhar de novo. A maternidade não é uma ciência exacta e todos somos seres imperfeitos.

 

Gostava de poder dedicar-me mais ao blogue, mas a falta de tempo não mo permite. Um bebé e um trabalho a tempo inteiro, mais tudo o resto, não me deixam muita disponibilidade para lavar a alma através da escrita. E tanta falta que me faz!

 

Quero agradecer a todas as pessoas que, à distância, me ajudaram ao longo deste ano. São pessoas que eu não conheço e, no entanto, trataram-me com imenso carinho. Quero agradecer a quem me lê em silêncio, a quem alimenta o meu blogue e me dá força e vontade para continuar a escrever, a quem me ensina tanto. Quero agradecer às marcas que estabeleceram parcerias comigo e que permitem que eu vos possa porporcionar uns miminhos de vez em quando.

 

E, por fim, mas não menos importante, quero agradecer à minha filha que é o motorzinho disto tudo. Ela fez-me experimentar sensações que eu desconhecia, fez-me viver a aventura da minha vida e é a obra mais perfeita que alguma vez conseguirei fazer. Por ela, mesmo nos dias mais escuros, consigo sorrir sem esforço, consigo sentir felicidade sem culpa. O meu projecto de vida é fazer com que esta pessoa pequenina seja feliz todos os dias da sua vida.

 

 

 

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publicado às 01:15

Quero agradecer a todos pela participação em massa neste passatempo. Foi mais um sucesso, graças à qualidade do artigo em sorteio.

 

A fraldinha personalizada foi atribuída à participante Rita Correia. Por favor, entre em contacto com o Kioske das Artes para reclamar o seu prémio. Muitos parabéns!

 

 

 

 

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publicado às 14:27

Trabalhei a tempo inteiro até ao dia em que a minha filha nasceu. Menos de um mês e meio mais tarde, já estava de volta ao trabalho. Foi a muito custo que o fiz e bastante contrariada.

Trabalhar durante a gravidez não me custou muito. Trabalhei grande parte do tempo no meu sofá, ora sentada, ora deitada. O trabalho que faço não é muito exigente fisicamente, por isso não foi muito preocupante ter trabalhado tanto.

Trabalhar menos de um mês e meio depois do parto, isso, sim, foi arrasador. Em primeiro lugar, eu estava fisicamente debilitada. Não pelo parto, mas pela maternidade. Ter um bebé é fisica e emocionalmente desgastante. Apesar de exausta, tudo o que eu queria (e quero!) era cuidar da minha cria, estar perto dela, vê-la respirar, vê-la medrar. Sermos obrigadas a interromper isso é de uma violência que não se consegue explicar. Tentei o mais possível não me separar da minha filha, mas nem sempre foi possível e compreendido por todos. Hoje, tento trabalhar com ela ao meu lado, mas a atenção que não lhe dou a todo o momento, perde-se para sempre.

Infelizmente, a sociedade espera que sejamos boas mães, mas também boas profissionais, boas esposas, boas amigas, boas filhas e boas mulheres (ou mulheres boas). Na minha perspectiva, isso não existe. A ideia de mulher glamorosa, elegante, bem sucedida, linda, amada, cheia de filhos lindos e bem comportados não existe. Muitas mulheres tentam passar essa imagem e nós, burras, acreditamos que é possível. Pior, as pessoas perto de nós acreditam que é possível e incentivam-nos a atingir esse nível. Eu não me consigo dedicar a tudo e a todos nesse grau de excelência que é esperado. E, para me tentar aproximar ao de leve desse patamar, eu fico para trás. É o que tem acontecido. Tenho-me deixado ficar para trás para responder a todas as expectativas que têm de mim.

Nos últimos meses, tenho pensado muito na minha vida. Apetece-me mudar tudo, agora que tudo já mudou para sempre. E, no meio de tanta reflexão, de tanto reposicionamento perante o que realmente me importa, recebo 2 notícias a nível profissional que me podem alterar a vida: uma promoção (daquelas que não nos trazem mais dinheiro, mas mais responsabilidades e trabalho) e a possibilidade de viajar para o estrangeiro em trabalho.

Numa altura em que só me apetece ficar quieta a observar a minha linda menina crescer, estas mudanças todas não me agradam. Compreendo que o Portugal dos dias de hoje não traz muitas oportunidades a quem as quer e trabalha muito para isso e eu não sou ingrata. Deus tem-me posto muitas coisas boas no meu caminho e eu tenho sabido usá-las sabiamente. Perante estas propostas, eu fui dizendo que sim, mas só me apetecia ter dito que não. Da promoção não me escapo, mas vou tentar o mais possível não ir para o estrangeiro. Não me vejo longe da minha filha e, sobretudo, não tão longe. Desejei isto tudo há muito tempo atrás. Agora não.

Nestas alturas, (e perdoem-me aquelas pessoas que infelizmente não têm um trabalho) não consigo evitar sentir uma pontinha de inveja daquelas mães que têm o privilégio de estar todos os minutos do dia com os seus filhos e poderem dedicar-lhes todo o seu tempo.

 

“Mothers are all slightly insane.”

J.D. Salinger, The Catcher in the Rye

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publicado às 16:12

Há um ano atrás, já estava grávida e não sabia.

A minha querida filha foi planeada, mas nunca esperei que fosse engravidar tão rapidamente. Diziam que as mulheres mais velhas podiam demorar cerca de 2 anos para engravidar e eu estava à espera disso. Afinal, tinha acabado de fazer 35 anos.

O dia do teste positivo foi assustador. Eu tinha todos os sintomas óbvios, mas nunca me passou pela cabeça que fosse uma gravidez. Eu andava muito distraída com a minha vida. Tenho um trabalho muito exigente e absorvente e, durante o mês de Agosto, tive a visita de uma amiga que veio da Índia. Tudo isso, as saídas com os amigos e o ginásio, levaram-me a crer que todo aquele sono que eu sentia era um cansaço extremo. Eu dormia a noite toda, se pudesse dormitava depois do almoço e depois do jantar ficava com uma moca de sono inexplicável. Muitas vezes ia jantar fora e tinha que vir logo para casa para me deitar no sofá. Tomei uma decisão: em Setembro não iria ao ginásio. Foram vários meses seguidos a treinar, sem férias, sem descanso. Precisava de descansar.

As dores que eu sentia nas mamas não eram cansaço, claro. Sentia realmente muitas dores ao fazer o mínimo movimento. Subir e descer escadas (que eu tenho dentro de casa) era um martírio. Tinha que o fazer devagar porque sempre que as meninas se agitavam, doía. Virar-me na cama deixou de acontecer. Neste caso, eu achava que era tensão pré-menstrual. Uma tensão pré-menstrual que nunca mais acabava, simplesmente porque eu não sabia a quantas andava.

O outro sintoma óbvio era a frequência com que eu ia fazer xixi. Esta confundiu-me bastante porque eu bebia imensa água, logo era natural que fosse muito à casa de banho.

Durante o fim-de-semana, eu não me conseguia arrastar para lado nenhum e comecei a juntar todos os sintomas na minha cabeça. Assim meio a brincar, descarreguei uma aplicação que dizia quais as probabilidades de estar grávida. A aplicação pedia a data da última menstruação. Não me lembrava. Mas sabia que no dia 6 de Agosto tinha ido ao cinema e estava com muitas dores menstruais. Passou a ser essa a data. Resultado: grandes probabilidades de estar grávida. Fiquei com esta informação só para mim, com medo que fosse verdade. No sábado à noite, saí com amigos. Apesar de só ter bebido 1 Coca-Cola, fui umas 3 vezes à casa de banho. Estava a subir as escadas para voltar para a mesa e já tinha vontade de fazer xixi de novo. Partilhei com a minha amiga a minha suspeita. Fiz novamente o teste da aplicação ao lado dela e ela pulava de alegria por mim.

No dia seguinte, dormi o dia todo. Saí para jantar e a minha cabeça pesava de sono. Passei por um supermercado, comprei o teste e estava POSITIVO.

 

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publicado às 22:26


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